Ao deparar-me com a inclusão algo começou a inquietar-me e ao mesmo tempo chamou minha atenção. Então, vi a necessidade de ir em busca desses novos conhecimentos e em recentes estudos, descobrir que a inclusão no contexto escolar é uma questão de humanidade e requer sim, dedicação amor ao próximo e um conhecimento específico por parte do professor para que ele possa direcionar melhor seu trabalho, de modo a atender a todos sem distinção.
Não resta duvida, que o professor é uma peça fundamental neste processo, pois vai interagir diretamente com o aluno e com suas especificidades e, por isso, precisa ter competência, compromisso e acima de tudo afetividade, que são ações necessárias para ajudar o aluno não só no processo ensino aprendizagem, mas também, a recuperar sua auto-estima e superar suas limitações, ou seja, ter empoderamento.
Entretanto, essa questão não é só de responsabilidade do professor como muitos pensam, cobram e que recai somente sobre ele. É muito mais abrangente, pois não se pode esquecer que ele faz parte de uma comunidade escolar, que por sua vez, faz parte de uma rede de ensino e esta demanda recursos e, que muitas vezes não são suficientes para equipar e adequar as escolas para receber alunos especiais e torna-las inclusivas como se deseja.
Encher as escolas com alunos especiais sem dar condições necessárias tanto para eles como para os educadores é querer camuflar a inclusão, ou melhor, é não querer mostrar uma realidade que ainda esta caminhando a passos lentos.
Desse modo, como o professor vai vivenciar a inclusão se muitas vezes falta-lhe recursos materiais, humanos e equipamentos dentro da escola? E ai, cadê o compromisso de todos que fazem a educação.
Não resta duvida, que o professor é uma peça fundamental neste processo, pois vai interagir diretamente com o aluno e com suas especificidades e, por isso, precisa ter competência, compromisso e acima de tudo afetividade, que são ações necessárias para ajudar o aluno não só no processo ensino aprendizagem, mas também, a recuperar sua auto-estima e superar suas limitações, ou seja, ter empoderamento.
Entretanto, essa questão não é só de responsabilidade do professor como muitos pensam, cobram e que recai somente sobre ele. É muito mais abrangente, pois não se pode esquecer que ele faz parte de uma comunidade escolar, que por sua vez, faz parte de uma rede de ensino e esta demanda recursos e, que muitas vezes não são suficientes para equipar e adequar as escolas para receber alunos especiais e torna-las inclusivas como se deseja.
Encher as escolas com alunos especiais sem dar condições necessárias tanto para eles como para os educadores é querer camuflar a inclusão, ou melhor, é não querer mostrar uma realidade que ainda esta caminhando a passos lentos.
Desse modo, como o professor vai vivenciar a inclusão se muitas vezes falta-lhe recursos materiais, humanos e equipamentos dentro da escola? E ai, cadê o compromisso de todos que fazem a educação.
Professor Regente: Conceição Figueiredo - Ciclo II – 2º - (Participa da minha turma uma Criança especial com limitação física (Hipotireoidismo congênito)
